Vice-líder do governo classifica relatório da CPMI do INSS como ‘peça política’

O vice-líder do governo na Câmara, Rogério Correia (PT-MG), reagiu com ceticismo à leitura do relatório final da CPMI do INSS, nesta sexta-feira. Com mais de 5 mil páginas e o indiciamento de mais de 220 pessoas, o documento foi descartado pelo parlamentar governista como instrumento eleitoral, sem provas sólidas.
“Peça política para campanha, nada provado ou indício consistente que tenha algo sobre o INSS”, disse Correia à Jovem Pan.
O parlamentar também aproveitou para alfinetar a oposição. Lembrou que o relatório não cita Flávio Bolsonaro — cujo escritório teria ligações com o tesoureiro do Careca — e que a quebra de sigilo do senador não foi autorizada pela comissão. “Do Lulinha não acharam nada”, completou.
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